segunda-feira, 27 de maio de 2013

DESPERDÍCIO DE ÁGUA TRATADA



Há uma incoerência no sistema de distribuição de água no Brasil: cidades que têm dificuldades para captação também registram altas taxas de desperdício. Das 100 maiores cidades brasileiras, 33 estão na lista das que precisam encontrar novos mananciais para a população até 2015. Contudo, todas essas localidades que devem investir em mais fontes de captação de água têm em comum o fato de contabilizarem perdas acima de 20% do que é coletado. Diminuir o desperdício poderia significar economia de recursos naturais e financeiros, prolongando a vida dos mananciais existentes.


De cada 100 litros captados para a Grande Curitiba, 38,1 litros não entram no caixa da Companhia de Saneamento do Parará (Sanepar), responsável pelo abastecimento da capital e de outros 344 municípios do estado. Vazamentos na rede de distribuição não são as únicas causas de desperdício, mas são as principais. Além de Curitiba, outras quatro grandes cidades paranaenses estão no rol das que precisam encontrar novos mananciais. Já o Paraná está em posição mais confortável, como o segundo estado brasileiro que menos desperdiça, na distribuição, a água captada e tratada.
Todos esses dados constam em um estudo encomendado pelo Instituto Trata Brasil, que combina também informações do Atlas preparado pela Agência Nacional de Águas (ANA). A pesquisa avalia quanto de água é retirada de mananciais e compara com o que é faturado pelas companhias de abastecimento. Ligações clandestinas e medições erradas ajudam a inflar o porcentual de perdas. O levantamento não considera como essa água é usada: se é para lavar calçada, se escorre displicentemente da torneira ou é aplicada em processos antiquados de produção industrial.

Fonte: Gazeta do Povo

Matéria completa aqui.

domingo, 12 de maio de 2013

METRÔ DE CURITIBA ???



O METRÔ DE CURITIBA

A implantação do metrô em Curitiba já completou duas décadas de discussão.
Muito já se foi gasto em projetos,eleições se decidiram com a promessa de implantação,
eventos foram organizados para anunciar os investimentos e na prática,até agora,quase nada foi feito.
Paralelamente,a cidade cresce,com a região metropolitana arcando com o inchaço populacional de quase todo o estado e a demanda por transporte aumentando em escala geométrica.O ex-prefeito Jaime Lerner,
tido como uma das grandes autoridades de urbanismo do país(e com renome internacional),disse que o metrô não é a solução para Curitiba. Mesmo assim,prefeitos se sucedem discutindo a questão por último,
Gustavo Fruet desfaz o que foi feito pela gestão anterior,alegando que as estimativas estavam erradas.
O ponto crucial da questão é que Curitiba permanece sem ter um transporte de massa e com isso, os carros se multiplicam pelas ruas da cidade.O centro curitibano é geograficamente pequeno e o tamanho das ruas é praticamente o mesmo de quando cidade tinha pouco mais das autoridades 600 mil habitantes.

A comissão de revisão do projeto do metrô apontou vários aspectos de modelagem original que podem ter forte impacto negativo sobre o projeto e comprometer sua execução.é o caso da demanda de passageiros,que foi superestimada,e do orçamento,que é subestimado.
No projeto,foi estimada uma demanda de passageiros mais alta do que de fato poderá ocorrer.O centro da demanda previsto seria de 470 mil passageiros por dia, mas estudos anteriores, feitos pela URBS e pelo IPPUC , ja recomendavam que essa projeção seria o teto, não o centro.Na verdade,470 mil passageiros por dia era para ser o teto da banda de remuneração do concessionário, e não o alvo.A demanda real é calculada em torno de 400 mil passageiros por dia. Co o número de 440 mil passagens por dia, a Prefeitura teria que absorver um subsidio anual de 144 milhões.

Daqui a pouco teremos eleições novamente , e ouviremos muito sobre esse tão falado metrõ, sera que esse assunto ainda rende votos ?


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